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Parem as rotativas! Ou melhor, recolham os trens de pouso. Descobriu-se, enfim, o segredo da celeridade processual brasileira: ela não acontece nos balcões empoeirados dos tribunais, mas a 40 mil pés de altitude, entre uma taça de Chardonnay e um canapé de salmão defumado. Por: Jabout (Especial para o Observatório Mundial)
Cinco servidores receberam entre R$ 2,4 milhões e R$ 2,6 milhões em um ano; três são aposentados do TJSC. STF limitou penduricalhos em março de 2026, mas críticos apontam que distorções persistem.
Circula nas redes, em formato de podcast, o relato cru de um motorista comum. Sem firula, sem edição cinematográfica. Só a vida real aquela que não aparece no discurso oficial.
Nos bastidores, dois personagens aparecem como peças centrais desse tabuleiro: Ciro Nogueira e o empresário do setor financeiro Daniel Vorcaro
Relatórios apontam transferências do Banco Master a figuras públicas e escritórios de advocacia; valores e vínculos serão analisados por parlamentares
Documentos do MPF e autos processuais revelam que o sumiço de registros e a tramitação via e-mails particulares não são falhas, mas um método criminoso para silenciar vítimas e proteger redes de exploração sexual.
MP-RJ insiste em manter processo envolvendo menores em comarca incompetente, ignorando certidão negativa e decisão judicial prévia, gerando questionamentos sobre legalidade e sigilo.
Denúncias indicam que policiais do DENARC podem ter transformado operações contra o tráfico em fonte paralela de abastecimento do próprio crime
Em momentos de normalidade institucional, mudanças relevantes nas regras do jogo processual exigem cautela, previsibilidade e, sobretudo, blindagem contra qualquer aparência de interesse pessoal. Quando esses elementos desaparecem, o que se instala não é apenas uma controvérsia jurídica — é uma crise de confiança.
Faturas do cartão Credcesta trazem boleto em nome da instituição extinta em novembro; Rioprevidência perdeu R$ 970 milhões; STF e PF investigam
Declarações do jornalista Felipe Melo reacendem debate sobre possível contaminação institucional e falhas na segurança da Cidade da Polícia, no Rio de Janeiro.
Banco de Brasília investe R$ 3,04 bilhões em ativos do Banco Master, gerando questionamentos sobre risco e transparência na gestão do dinheiro público.
Ministro do STF e esposa usaram ao menos oito voos em jatos ligados a Daniel Vorcaro, acusado do maior crime financeiro da história mundial, levantando suspeitas de corrupção no Judiciário.
Ex-governador Garotinho retorna com discurso anticorrupção, mas passado marcado por escândalos desafia narrativa e alerta eleitores do Rio.
Um militar do Gabinete de Segurança Institucional foi encontrado morto em Brasília, e um inquérito foi aberto para apurar o caso.
A proteção a André Mendonça não é apenas uma questão de segurança pessoal, mas um teste para a resiliência das instituições brasileiras. A mensagem enviada pelo Senado ao solicitar prioridade na segurança do relator é clara: não se pode permitir que o medo paute o cumprimento da lei.
Nikolas Ferreira solicita à PGR investigação sobre suposta relação entre Moraes e Daniel Vorcaro e pede prisão preventiva do ministro do STF.
Acusações envolvendo empresário, jornalista e ministro Alexandre de Moraes reacendem debate sobre influência política e judicial no Brasil.
Perícia encontrou ainda outro elemento sensível. Após a mensagem de Vorcaro, o sistema do WhatsApp registra três respostas enviadas pelo contato identificado como Alexandre de Moraes. Todas no formato de visualização única.
Relatos de contatos entre investigados por crimes graves e figuras do alto escalão do Judiciário ampliam a preocupação sobre a integridade das instituições e exigem explicações públicas claras
INDÍCIOS DE INFILTRAÇÃO NO BANCO CENTRAL, PAGAMENTO DE PROPINA A SERVIDORES E UMA REDE DE OPERAÇÕES CLANDESTINAS LEVANTAM UMA PERGUNTA INEVITÁVEL: COMO O ESTADO PERMITIU QUE UM ESQUEMA DESSE TAMANHO SE APROXIMASSE DO NÚCLEO DAS INSTITUIÇÕES?
Uma organização criminosa sofisticada, ligada a torturas e invasões internacionais, opera no Brasil com o silêncio cúmplice da Procuradoria-Geral da República.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário", morreu na noite desta quarta-feira (4/3) após atentar contra a própria vida enquanto estava preso na sede da Polícia Federal em Minas Gerais.
Sob intensa pressão de Washington e após meses de queda de braço com o STF, o Ministério Público Federal brasileiro admite: não há provas de crime nas ações do bilionário e da plataforma X.
Relatório final da Polícia Federal revela como o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e um desembargador federal teriam articulado o vazamento que permitiu a fuga e a ocultação de provas de deputado ligado ao Comando Vermelho.
O ex-procurador defende que a divulgação dessas informações teria papel essencial para expor mecanismos informais de poder e estimular maior transparência institucional. Ele afirma que o caso reforça a necessidade de investigações independentes e de mecanismos de controle capazes de impedir interferências indevidas no Judiciário.
Dados ampliam alerta e coincidem com debate nacional sobre responsabilização institucional e proteção de menores
Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro, publicou um duro ataque ao PL fluminense e ao senador Flávio Bolsonaro, acusando o governo Cláudio Castro de transformar o estado em uma “máquina de corrupção” e de reproduzir práticas que o bolsonarismo diz combater. As falas reacendem o desgaste do caso Ceperj, pressionam a cúpula do partido a promover uma “faxina” no Rio antes de 2026 e expõem fissuras na direita às vésperas da disputa presidencial.
Nos bastidores, circula a avaliação de que a medida pode estar ligada à suspeita de vazamento de informações. Há quem sustente que policiais que integravam a escolta seriam fontes utilizadas pelo ex-governador em denúncias recentes.
Documentos obtidos pelo Estadão mostram que aportes de fundo ligado ao banqueiro coincidem com negociação de participação no luxuoso Resort Tayayá, no Paraná. Ministro do STF nega irregularidades e diz que não recebeu valores diretamente.
Ministro do STF se declarou suspeito depois que a Polícia Federal encontrou diálogos e registros de contato com Daniel Vorcaro; inquérito foi redistribuído para André Mendonça
Para cientistas políticos, o ponto central não é a existência de diálogo entre Poderes — algo previsto no desenho constitucional —, mas a percepção pública sobre a autonomia e os limites dessa interação. A erosão de confiança, argumentam, tende a afetar tanto o Executivo quanto o Judiciário.
O requerimento mira contratos milionários e investiga se houve fluxo de capital ilícito envolvendo instituições financeiras e o escritório da advogada.
O empresário Cristiano Santos Hermogens (foto em destaque) – irmão do megatraficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, e tio do rapper Oruam – assumiu a presidência do PSDB em Belford Roxo (RJ).
Profissional teria atuado sem inscrição válida no CRM-MG e ocultado identificação, impedindo rastreabilidade em casos de erro médico
O resultado final em fevereiro pode ter impactos simbólicos e políticos significativos, mesmo em um sistema sem executivo direto no cargo presidencial, influenciando equilíbrio político, debate público e articulações partidárias nos próximos anos.
Por anos, analistas tentaram compreender por que a política externa dos Estados Unidos em relação ao Brasil passou por mudanças aparentemente contraditórias — especialmente no que diz respeito a sanções, tarifas e decisões que impactaram diretamente figuras centrais do poder brasileiro
Aviso não falta. Fato também não. Mesmo assim, a história se repete como farsa ambiental: agora é a foz do rio Amazonas, onde a perfuração para petróleo deixou escapar fluido de perfuração para o mar. Vazou. Confirmado. Literalmente.
O Brasil assiste, perplexo, a um novo e grave episódio que não apenas põe em xeque a higidez do Sistema Financeiro Nacional, mas também expõe a profunda crise de caráter e de confiança que assola o país. A denúncia de que uma agência de marketing em Brasília tentou contratar influenciadores digitais, como o vereador Rony Gabriel, para defender o liquidado Banco Master e, pior, criminalizar o Banco Central (BC), revela a audácia de grupos dispostos a comprar a narrativa para subverter a verdade.
Na madrugada fria de Brasília, dentro de uma cela na sede da Polícia Federal, o silêncio foi quebrado por um baque. Jair Bolsonaro, 69 anos, ex-presidente do Brasil, bateu a cabeça contra um móvel. O diagnóstico oficial: traumatismo craniano leve.
O Tribunal de Contas da União (TCU) informou, nesta terça-feira, que não ficou satisfeito com as explicações apresentadas pelo Banco Central do Brasil a respeito do processo de liquidação do Banco Master. O tribunal passou a considerar, inclusive, a adoção de uma medida cautelar contra a autoridade monetária.
Carlos Bolsonaro diz que foi à PF em Brasília e não conseguiu visitar o pai; visitas seguem limitadas a terças e quintas, das 9h às 11h.
O discurso maniqueísta que opõe polícia (o "bem") ao crime (o "mal") encontra no Rio de Janeiro um cenário que o desmonta e o reconfigura em uma realidade complexa e perversa. Aqui, a linha que separa a lei da ilegalidade não é apenas tênue; é frequentemente invisível, corroída por uma promiscuidade histórica e estrutural entre a política, as instituições policiais e o crime organizado.
Um debate sobre o custo de vida no Brasil ganhou força nas redes sociais após declarações atribuídas ao empresário Elon Musk, nas quais ele questionaria a viabilidade de se viver no país com os salários atualmente pagos. Embora não haja registro oficial comprovando que Musk tenha feito essas afirmações exatamente nos termos divulgados, os números que motivaram a discussão são reais e reveladores.
Grandes veículos de comunicação transferem indevidamente a responsabilidade das saídas temporárias de presos ao sistema penitenciário, quando na verdade é uma decisão exclusiva do Poder Judiciário.
Senado aprova reforma tributária que unifica cinco impostos em dois, prometendo simplificar o sistema fiscal brasileiro e impulsionar crescimento econômico.
Orçamento federal de R$ 5,8 trilhões prevê investimentos em infraestrutura, educação e saúde, com meta de zerar déficit público em 2026.
IPCA fecha 2025 com alta de 4,8%, superando o teto da meta devido a pressões de alimentos, energia e combustíveis.
Operação da PF desmantela quadrilha que desviou R$ 300 milhões de obras públicas em seis estados através de licitações fraudadas.
Copom mantém Selic em 11,25% ao ano pela terceira vez consecutiva, priorizando controle da inflação apesar do impacto no crescimento.
TSE estabelece novas regras para eleições municipais, incluindo proibição de deepfakes e ampliação do período de campanha eleitoral.
Flamengo vence Palmeiras por 3 a 1 no Maracanã e conquista o Campeonato Brasileiro de 2025 com 78 pontos, seu oitavo título nacional.
PIB brasileiro surpreende positivamente com crescimento de 2,1% no terceiro trimestre, puxado por serviços e agropecuária.
Brasil vence Espanha por 2 a 0 com gols de Vinícius Jr e Neymar, avançando às semifinais onde enfrentará a Argentina em clássico decisivo.
CPI da Saúde identifica R$ 800 milhões em possíveis irregularidades em contratos da pandemia, com indícios de superfaturamento e empresas fantasmas.
PF desarticula cartel de empresários que fraudavam licitações públicas, causando prejuízo de R$ 150 milhões em contratos governamentais.
Rebeca Andrade conquista ouro inédito no individual geral do Mundial de Ginástica, superando Simone Biles em disputa histórica.
Ibovespa atinge recorde histórico aos 135.478 pontos, impulsionado por otimismo com reformas e entrada de capital estrangeiro.
STF derruba por 8 a 3 lei que limitava prazo de investigações de corrupção, reforçando poder do MP e da polícia no combate ao crime.
Palmeiras vence River Plate por 2 a 1 e conquista terceira Libertadores consecutiva, entrando para história do futebol sul-americano.
Operação contra fraudes no INSS prende 15 pessoas que concederam irregularmente mais de 2 mil benefícios, desviando R$ 80 milhões.
Ex-governador é condenado a 18 anos de prisão por desviar R$ 45 milhões da saúde e educação, devendo devolver R$ 120 milhões aos cofres públicos.
Abrigo de idosos é interditado após denúncias de maus-tratos, com 32 pessoas encontradas em situação de vulnerabilidade e negligência.