Onde a verdade é observada, não fabricada.
12 notícias encontradas
Especialistas divergem sobre as expectativas da direita em Portugal para a segunda volta de 8 de fevereiro, avaliando a candidatura de André Ventura e o papel do Chega.
Após ondas de frio e fortes chuvas, Portugal enfrenta enchentes devastadoras, com dezenas de mortos e milhares de desabrigados, especialmente em Leiria.
Mais do que uma simples sentença judicial, este veredito encerra um dos casos de violência urbana mais mediáticos dos últimos anos em Portugal. A barbearia "Granda Pente" tornou-se, tristemente, um símbolo de como conflitos interpessoais podem degenerar em tragédias coletivas, deixando marcas permanentes numa comunidade.
Projeções baseadas em milhares de simulações indicam que o candidato António José Seguro venceria a segunda volta das Presidenciais de 2026 em 96% dos cenários. André Ventura teria apenas 4% de hipóteses.
Iniciativa reuniu técnicos e pessoas em situação de vulnerabilidade com o objetivo de levantar desafios sociais e procurar soluções para a região norte de Portugal.
Enquanto mantém um discurso geralmente firme sobre imigração, o candidato presidencial André Ventura tem evitado declarar "guerra" específica à comunidade brasileira em Portugal. Analistas apontam que, por trás desta aparente moderação, pode estar um cálculo eleitoral preciso: o peso crescente de eleitores luso-brasileiros no país.
Se formos puristas, a "terra" original do Brasil pertence aos povos indígenas. Quase todo o restante da população brasileira — hoje com mais de 200 milhões de pessoas — é fruto da colonização e da imigração, sendo a matriz portuguesa a mais forte e presente.
A boa notícia é que o cadastro em agências de emprego oficiais e confiáveis é totalmente gratuito e pode abrir portas para oportunidades reais.
Em Portugal, a regra de ouro é: a informação oficial é sua melhor defesa. Muitos serviços que são vendidos por valores exorbitantes na internet são, na verdade, gratuitos ou possuem taxas fixas muito baixas quando feitos diretamente nos órgãos competentes.
Pichações associadas a organizações criminosas têm sido observadas em muros e espaços públicos de várias cidades portuguesas. Entre as inscrições mais recorrentes surge a sigla “PCC”, visível em áreas urbanas de Lisboa, Porto, Braga e Faro, entre outras.
Um fantasma assombra as estatísticas de segurança em Portugal: o número real de pessoas desaparecidas. Enquanto estimativas públicas apontam para entre 1.500 a 2.000 novos casos anualmente
Por trás dos cartões postais lusitanos, cresce um submundo de crime organizado importado e uma crise silenciosa de milhares de desaparecidos que desafia a imagem de paraíso europeu.