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Há momentos na vida institucional de um país em que o debate deixa de ser sobre pessoas e passa a ser sobre princípios. O Brasil atravessa um desses momentos. O inquérito das fake news, conduzido no âmbito do Supremo Tribunal Federal, tornou-se mais do que um instrumento jurídico: transformou-se em símbolo. Para uns, é uma resposta necessária a ataques sistemáticos às instituições. Para outros, representa um desvio preocupante das garantias que sustentam o devido processo legal.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais decidiu, por maioria de votos, que uma criança de 12 anos pode ser "esposa" de um traficante de 35 anos. E mais: que isso não é estupro. A decisão da 9ª Câmara Criminal Especializada do TJMG absolveu um homem com extensa ficha criminal passagens por homicídio, tráfico, agressão e porte ilegal de armas
Para cientistas políticos, o ponto central não é a existência de diálogo entre Poderes — algo previsto no desenho constitucional —, mas a percepção pública sobre a autonomia e os limites dessa interação. A erosão de confiança, argumentam, tende a afetar tanto o Executivo quanto o Judiciário.
O requerimento mira contratos milionários e investiga se houve fluxo de capital ilícito envolvendo instituições financeiras e o escritório da advogada.
Após ondas de frio e fortes chuvas, Portugal enfrenta enchentes devastadoras, com dezenas de mortos e milhares de desabrigados, especialmente em Leiria.
Brasileiro, críticos afirmam que a ausência de respostas institucionais firmes cria a percepção de submissão das normas a interesses circunstanciais. Essa lógica, além de comprometer a transparência, transmite à sociedade a mensagem de que princípios básicos de governança podem ser flexibilizados conforme o poder de quem está sob escrutínio.
"Se não for uma espécie de crime organizado muito profundo que rasga a sociedade, um sujeito tão cano de 15 bilhões de reais e sair da cadeia pela porta da frente dizendo que vai tomar um vinho de 6 a 9 mil reais e nos arredores, nos bastidores, todo mundo ficar sabendo que ele disse claramente não me coloquem numa saia que eu não possa, numa situação que eu não possa ter saída porque eu faço delação premiada. Se isso não for crime organizado, crime organizado, quadrilha organizada que destrói o país, eu não sei o que que é."
Aviso não falta. Fato também não. Mesmo assim, a história se repete como farsa ambiental: agora é a foz do rio Amazonas, onde a perfuração para petróleo deixou escapar fluido de perfuração para o mar. Vazou. Confirmado. Literalmente.
O Brasil assiste, perplexo, a um novo e grave episódio que não apenas põe em xeque a higidez do Sistema Financeiro Nacional, mas também expõe a profunda crise de caráter e de confiança que assola o país. A denúncia de que uma agência de marketing em Brasília tentou contratar influenciadores digitais, como o vereador Rony Gabriel, para defender o liquidado Banco Master e, pior, criminalizar o Banco Central (BC), revela a audácia de grupos dispostos a comprar a narrativa para subverter a verdade.