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INDÍCIOS DE INFILTRAÇÃO NO BANCO CENTRAL, PAGAMENTO DE PROPINA A SERVIDORES E UMA REDE DE OPERAÇÕES CLANDESTINAS LEVANTAM UMA PERGUNTA INEVITÁVEL: COMO O ESTADO PERMITIU QUE UM ESQUEMA DESSE TAMANHO SE APROXIMASSE DO NÚCLEO DAS INSTITUIÇÕES?
Uma organização criminosa sofisticada, ligada a torturas e invasões internacionais, opera no Brasil com o silêncio cúmplice da Procuradoria-Geral da República.
Investigação mostra grupo liderado por Daniel Vorcaro que dominou instituições brasileiras e sistemas internacionais, em esquema sem precedentes no país.
Luiz Phillipi Mourão, o ‘Sicário’, morreu horas após prisão na PF em BH. Versão oficial de suicídio é contestada; Brasil exige transparência e investigação independente.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário", morreu na noite desta quarta-feira (4/3) após atentar contra a própria vida enquanto estava preso na sede da Polícia Federal em Minas Gerais.
Mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro revelam discussão sobre agressão contra o colunista Lauro Jardim e levaram à nova prisão determinada pelo STF
Mensagens apagadas, hackers, planos de intimidação e suspeitas de acesso a sistemas sigilosos colocam o dono do Banco Master no centro de uma investigação que chegou ao Supremo
Petróleo em alta, gás volátil e um continente exausto de choques: economistas voltam a falar em “estagflação parcial” e Macron alerta para situação “insustentável”.
Sob intensa pressão de Washington e após meses de queda de braço com o STF, o Ministério Público Federal brasileiro admite: não há provas de crime nas ações do bilionário e da plataforma X.
Para muitos iranianos que vivem no exílio, a figura do Aiatolá não representava apenas uma liderança religiosa, mas o símbolo de décadas de repressão, restrições severas às liberdades individuais e uma crise econômica asfixiante.
Relatório final da Polícia Federal revela como o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e um desembargador federal teriam articulado o vazamento que permitiu a fuga e a ocultação de provas de deputado ligado ao Comando Vermelho.
O caso Maridt / CPI do Crime Organizado (fevereiro de 2026) Na última sexta-feira (27/2), o ministro Gilmar Mendes suspendeu a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da Maridt Participações, empresa da família do ministro Dias Toffoli. A medida havia sido aprovada pela CPI do Crime Organizado do Senado na quarta-feira anterior (25/2). Metrópoles