O suplemento cultural Ípsilon do jornal Público apresenta uma edição especial que chega às bancas portuguesas a 6 de julho: uma revista de 100 páginas inteiramente dedicada aos livros e às ideias que eles encerram, concebida como um convite à leitura lenta e à reflexão profunda durante os meses de verão.
Um Contraponto à Aceleração do Quotidiano
Num tempo marcado pela velocidade da informação e pela fragmentação da atenção, a nova Revista Ípsilon – Edição Especial Leituras de Verão 2026 assume-se deliberadamente como um contraponto. A publicação reúne ensaios narrativos, entrevistas aprofundadas e crítica literária que recusam a superficialidade em favor da atenção plena e da leitura demorada.
A proposta editorial enquadra-se numa tendência crescente de valorização da leitura analógica e da desaceleração cultural, num momento em que o consumo de conteúdos digitais breves domina os hábitos de informação de grande parte da população. A revista posiciona-se como um espaço de resistência a essa lógica.
Conteúdos para Pensar o Mundo
A edição especial inclui textos que exploram a literatura como forma de vida e a filosofia como instrumento de análise do mundo contemporâneo, abrangendo temas desde a intimidade da escrita até à fricção política. A publicação identifica também livros considerados essenciais para compreender a época atual, numa seleção que pretende orientar os leitores durante as férias.
O Ípsilon, suplemento cultural do Público com presença regular na cobertura de artes, cinema, teatro, música e literatura, reforça com esta edição especial o seu papel como referência da crítica cultural em Portugal. A publicação mantém uma presença ativa na vida cultural portuguesa, com a publicação de críticas e a organização de eventos literários ao longo do ano.
Disponível nas Bancas e Online
A revista está disponível nas bancas a partir de 6 de julho ao preço de 5,90 euros, com desconto para assinantes do Público. A publicação pode também ser adquirida através da loja online do jornal, com envio pelos CTT para todo o país. Para os leitores que preferirem, é possível levantar o exemplar fisicamente na sede do jornal, em Alcântara, Lisboa, mediante contacto prévio.
A iniciativa reafirma o compromisso do Público com o jornalismo cultural de qualidade e com a promoção da leitura como prática fundamental para a formação de cidadãos informados e críticos numa sociedade cada vez mais dominada pelo imediatismo digital.


